Não é ficcional. Zumbis existem e circulam entre nós. Os zumbis dos filmes são presos pelo seu corpo a sempre buscar algo que não acrescenta em nada na sua vida. Neste caso, mesmo possuindo um corpo desprovido de capacidade de digestão, buscam carne sempre e sempre.
Na nossa sociedade existem pessoas que sempre buscam algo que nunca acrescenta nada em sua vida. Esses zumbis estão sempre sem opinião própria, e estão sempre agregando o que está "na moda" e descartando seus gostos antigos "fora de moda". Isso, muitas vezes é feito quase que automaticamente, e uma coisa tão falada se torna bom, contrariando muitas vezes falas anteriores da pessoa.
Por exemplo: uma pessoa sempre proferiu que odiava um estilo musical tal, mas ouve a música mais famosa daquele estilo. Só por que é famosa. É esta a receita de cantores que fazem sucesso momentâneo. Uma verdadeira "guerra dos tronos", em que celebridades ficam revezando o topo.
A ideia não é ser radical, pois estes modelos são impostos e somos forçados a seguí-los. Mas sim, ter opinião crítica sobre o que se segue, e absorver o que tem de bom daquilo, e finamente deixar de ser um zumbi.
O Controle é exercido sobre nós, mas também é praticado sobre nós. Normalmente, uma pessoa controla e é controlada em diferentes níveis durante toda sua vida. É uma coisa extremamente ruim, pois peca contra a liberdade e deve ser evitado.
Você é controlado sobre diversas pessoas durante toda sua vida. Pode ser por seu chefe, pela sua mãe, ou em níveis mais altos, pela mídia e pelos governos. Eles regem sua rotina, sua forma de agir, a maneira como você gasta o dinheiro (e até se você vai possuir dinheiro). Mas também você controla. Controla seus subordinados, controla quem te considera um líder, controla até mesmo sem querer, moldando a vida de quem está a sua volta.
O controle excessivo deve ser evitado. Pelo fato de sermos seres sociais, não há forma de não sermos influenciados ou influenciar quem está a sua volta. Não tem como deixar de ser influenciado pela propaganda. O mais importante é criar opinião crítica para poder ter resposta às seguintes questões: "Até que ponto estou controlando as outras pessoas" e "Até que ponto estou seguindo ordens de pessoas que nem conheço". Tendo em mente estas duas respostas, é muito fácil sair do normal de respeitar um sistema ou um grupo de pessoas e começar a questioná-las
“Preconceito”
é uma das principais consequências da Cultura da Derrota, fenômeno
abordado no último post. O preconceito a ser abordado aqui não é
aquele que leva em conta a opção sexual, ou a cor da pele, mas o
que se tem.
Um dos meus
autores favoritos é o Kokoyashi. Ele é um grande empresário, e em
seus livros ele aborda a visão de pessoas de sucesso financeiro e a
visão da classe média sobre uma mesma coisa. Apesar de ele ser
essencialmente capitalista, suas palavras são de grande utilidade
para a luta contra o preconceito.
Como já
dito na Cultura da Derrota, quando uma pessoa atinge o sucesso,
normalmente ela é excluída do grupo social onde ela estava
inserida. Esta pessoa, apesar de possuir o sucesso, sofre preconceito
de diversas pessoas. Se esta pessoa é muito conhecida, normalmente
ela é discriminada por pessoas que ela mal conhece. O Kokoyashi, no
livro “Pai rico, Pai pobre”, conta uma história de um empresário
que diariamente recebia funcionários em seu gabinete lhe pedindo um
aumento, reclamando da situação atual, o acusando de tirano, mas
ninguém perguntava como fazer por merecer, como atingir o sucesso,
como ser o chefe.
Este
empresário, provavelmente sofria preconceito. No sentido literal da
palavra, as pessoas julgavam ele sem saber como ele realmente é. O
ponto também não é aceitar o que as pessoas de poder impõe na
sociedade, mas sim parar de reclamar e começar a traçar os
objetivos. Este “Reclamar” também é um tipo de preconceito, e
foi abordado no primeiro post desta sessão. Nem todos os poderosos
são pessoas desprezíveis, e temos muito que aprender com eles.
Não há
país melhor que o nosso para tratar deste assunto: a cultura da
derrota. Chamamos isto o fenômeno em que uma pessoa ou sociedade se
conforma com as coisas ruins que rondam estas mesmas pessoas ou
sociedade.
No Brasil, a
cultura da derrota é visível, denunciada por diversos estrangeiros.
Aqui, todos são amigos para falar errado. O “jeitinho brasileiro”
é aplicado e aprovado, mesmo que seja sem honestidade. Quem foge
disso sofre preconceito e é estereotipado.
Pessoas, ao
escreverem, copiam os erros praticados diariamente na internet. Já
vi pessoas corrigirem uma palavra certa para colocarem uma errada.
Quando alguém alcança o sucesso, ao invés de elas buscarem
aprender com ela, excluem-a do grupo onde era inserida. Risadas se
dão quando alguém falha. Inveja para quem ganha.
Pense antes
de criticar alguém que tenta mudar. Se você pretende ser um
derrotado, não atrapalhe quem foge à regra.
A preguiça
de pensar. Mutas pessoas, argumentando que algo é “difícil”,
não para para refletir sobre o assunto. O assustante é que a
maioria das vezes esta reflexão dá certo.
Reflexão
ajuda a crescer. Quando paramos para pensar, tornamos nossa opinião
mais rica. Esta opinião incrementada aparece em discussões em
grupos, e é passada para frente. É quase que uma internet, uma rede
universal de conhecimento.
Para
contribuir com o aumento da reflexão, você pode procurar por temas
interessantes na internet. Você pode entrar aqui a cada 2 domingos,
onde abordamos temas do gênero. O Akuma no Blog, do meu amigo JoséProcópio D. Neto, é um ótimo blog, focado especialmente no tema, e
com frequência mais ou menos mensal
A escola,
motivo de reclamação de muitos, foi idealizada e posta em prática
com muito sangue. Os franceses, durante seu processo de evolução
investiu como nunca antes nesta área. Hoje o estudo é obrigatório
e previsto em lei, com punição aos pais que não colocarem seus
filhos na escola.
Imagem
encontrada ao pesquisar “escola” no google imagens. Clique para ver.
Quem estuda
na escola, principalmente o ensino médio e o fundamental, na
maioria, reclamam do ato. Pessoas preguiçosas que acham entediante
acordar todo dia cedo para ir à escola, onde supostamente não
ganhariam nada, afinal, segundo elas, o aprendido ali será esquecido
rapidamente e não será útil em suas vidas... Pois estes são os
maiores contribuidores para o mundo macabro em que vivemos...
Digo eu,
talvez contrariando você que lê este post, que eu gosto de ir à
escola. Se não te contrario,
parabéns, pois você realmente possui uma cabeça inteligente e
formada. Mais do que a formação educacional formal que se recebe na
escola, existe uma grande contribuição para o caráter.
Na
escola, você aprende por que o mundo de que tanto reclamamos existe
desta forma, como chegamos a este ponto. Com isso, podemos montar
opinião e argumentos sobre assuntos abordados de forma mais
eficiente. Conseguimos entender melhor o mundo, como a natureza
funciona, e o mais importante: como o ser humano funciona
socialmente.
O conhecimento é grandioso e indispensável. O mais prudente seria
que o conhecimento adquirido pelas pessoas não fosse desprezado, e
sim guardado como que com muito amor. Só temos uma vida neste
planeta, e para fazermos algo de útil, sair do sistema acomodado em
que vivemos, o conhecimento é indispensável. Pense nisto antes de
ir para a escola.
Olá, este é
o primeiro post de uma série indefinida sobre assuntos diversos com
o objetivo de promover uma revisão de valores e reflexão.
Cartaz de Propaganda da URSS (União Soviética)
Diariamente,
é comum ouvirmos notícias ruins. Os assuntos são os mais diversos:
violência, corrupção, entre outros. Algumas acontecem próximos a
nós, como um roubo no bairro, ou um acidente de trânsito. Outras
parecem ser distantes, como a eleição de representantes
indevidos para o poder,assaltos a bancos e corrupções em geral...
Provavelmente
você já se queixou: “Que absurdo! Por que não acontece nada com
eles?” é uma frase comum e geralmente dita com descaso, afinal, a
resposta para a pergunta seria: “Por que você não age, você,
assim como todos, não faz nada. Você, que só reclama, e é punido, é
instrumento de risos para quem realmente ganha”. Quer mudanças?
Faça a Revolução!
Durante o
século XIX e XX aconteceram inúmeras revoluções, algumas pelas
classes dominadas, outras pelas próprias classes dominantes. Exemplo
disso é a revolução russa, na qual os camponeses que passavam fome
tomaram o Estado e tiveram a chance de colocar suas ideias em prática, coletivizando os setores básicos da sociedade, como a agricultura.
Pense assim: se os russos só tivessem reclamado e reclamado da
situação, o czar (rei da
Rússia na época) não teria feito nada, como acontece hoje em dia.
Revolução
é algo muito forte, pois iniciá-la demandaria acabar com a
república instituída em nosso país; e ficar parado é muito pouco
perto disso. Se você se
contenta com a situação atual, não há motivos para reclamar, mas
se não se contenta, saiba que há diversas maneiras de comunicar-se com seus
líderes e propor mudanças. “Ah, mas a política é algo que nunca
traz nada, eu ir lá e cobrar não trará nada”. Se você pensar em
algo parecido com isso, significa
que está insatisfeito com nosso sistema democrático - leia “O
Manifesto do Partido Comunista”, feito por Karl Marx e Friedrich
Engels, no qual se
ensina como acabar com a República e instituir o que os russos
almejavam em 1905.
Existem civis que julgam o sistema prisional brasileiro quando vêem jornais, lêem revistas ou se informam sobre atualidades relacionadas ao assunto. Na maioria das vezes o sistema é criticado da mesma forma que o indivíduo criminoso. O código penal brasileiro não possui pena de morte, portanto não fere os direitos humanos. Seus problemas começam muito antes do indivíduo estar dentro da prisão. Grande parte das prisões poderiam ser evitadas com obras de infra estrutura e educação. Durante o julgamento, o poder do indivíduo pode atormentar o juiz em sua decisão, principalmente se o condenado é um político ou um grande traficante. Dentro da prisão, começa um verdadeiro inferno para ele. Seu aposento provavelmente será super lotado e anti-higiênico. Ele poderá sofrer agressões por parte de outros presidiários ou policiais. Não possuirá atendimento médico e alimentação de qualidade. Verá pessoas controlando o crime dentro da prisão. Não é apenas uma reforma do sistema criminal que resolverá o problema. É necessária uma reforma pública e uma reforma judiciária, para que as penas sejam justas e que menos pessoas vão para a prisão. Somente depois disso se devem ampliar os presídios pelo Brasil.
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Esse texto faz parte de uma série de redações acadêmicas para ajudar pessoas sobre a organização de um texto, ou ideias, ou apenas gosta de ler sobre a atualidade.
2 Minutes To Midnight
Kill for gain or shoot to maim
But we don't need a reason
The Golden Goose is on the loose
And never out of season.
Blackened pride still burns inside
This shell of bloody treason
Here's my gun for a barrel of fun
For the love of living death.
The killer's breed or the Demon's seed,
The glamour, the fortune, the pain,
Go to war again, blood is freedom's stain,
Don't you pray for my soul anymore.
2 minutes to midnight,
The hands that threaten doom.
2 minutes to midnight,
To kill the unborn in the womb.
The blind men shout let the creatures out
We'll show the unbelievers,
The Napalm screams of human flames
Of a prime time Belsen feast...YEAH!
As the reasons for the carnage cut their meat and lick the gravy,
We oil the jaws of the war machine and feed it with our babies.
The killer's breed or the Demon's seed,
The glamour, the fortune, the pain,
Go to war again, blood is freedom's stain,
Don't you pray for my soul anymore.
2 minutes to midnight,
The hands that threaten doom.
2 minutes to midnight,
To kill the unborn in the womb.
The body bags and little rags of children torn in two,
And the jellied brains of those who remain to put the finger right on you
As the madmen play on words and make us all dance to their song,
To the tune of starving millions to make a better kind of gun.
The killer's breed or the Demon's seed,
The glamour, the fortune, the pain,
Go to war again, blood is freedom's stain,
Don't you pray for my soul anymore.
2 minutes to midnight,
The hands that threaten doom.
2 minutes to midnight,
To kill the unborn in the womb.
Midnight is all night
Bem, o que você vê acima é a letra de uma música do Iron Maiden chamada 2 Minutes to Midnight. Após ler esse post gostaria que você refletisse sobre as palavras utilizadas nessa letra
Durante a Guerra Fria, a ameaça de uma guerra nuclear era algo certo e a humanidade não sabia se continuaria vivendo ou não. Durante esse período tenso um departamento da Universidade de Chicago desenvolveu um relógio chamado de "Relógio do Apocalipse", um relógio que nunca marca o fim da humanidade por uma guerra nuclear. Quanto mais perto de meia-noite o relógio está, mais perto da destruição do mundo estamos. Quando o relógio marcar meia-noite, todos morreremos.
A guerra sempre nos trouxe grandes benefícios. Durante os tempos da antiguidade, os gregos utilizavam a guerra como controlador populacional, assim eles reduziam o número de jovens e aumentavam as terras, melhorando a produção de alimentos.
Guerras proporcionaram a independência de várias colônias, principalmente as de origem espanhola. A I e a II guerras mundiais forneceram grandes tecnologias que fazem parte do nosso cotidiano. Para quem gosta de acampar, saiba que aquele bujão de gás pequeno foi criado para que soldados pudessem se aquecer e esquentar sua sopa em regiões frias da europa. A tecnologia presente em panelas e cadeiras de rodas é resultado de pesquisas da corrida espacial, fruto da Guerra Fria.
Como a música dos Maiden diz em sua primeira estrofe, "Matar pelo lucro ou atirar para mutilar, Mas nós não precisamos de uma razão". O ser humano mata a si mesmo apenas pelo desejo de matar.
O refrão da música pode ser traduzido da seguinte forma:
"A cria do assassino ou a semente do demônio
O glamour, a fortuna, a dor
Ir para a guerra de novo, sangue é a mancha da liberdade
Mas não mais pela minha alma
2 minutos para a meia-noite
As mãos que amedrontam o destino
2 minutos para a meia-noite
Matar o não-nascido no útero"
Às vezes sem querer nós alimentamos a máquina da guerra. Pense em uma mãe que possui um filho. Esse menino é obrigado aos 18 anos a se alistar para o exército. Lá ele encontra um bom salário e oportunidade de carreira fácil. Ele irá trabalhar no exército. Mal sabe ele que em caso de guerra, ele será o primeiro a combater pelo "ideal" do seu país.
"Enquanto os donos da matança cortam carne e lambem o molho
Nós lubrificamos as mandíbulas da máquina da morte e a alimentamos com nossos bebês"
Nós, que vivemos em um continente onde não está havendo genocídio, possuímos a mania de ocultar tudo de ruim que o mundo possui, e a guerra não é exceção. Os Estados Unidos da América baseia parte da sua economia em venda de armas para países como o Afeganistão. Queria então os EUA acabar com uma guerra sendo que ele está lucrando com ela?
Para finalizar, pesquise no google sobre a guerra, descubra o que você utiliza que provém da guerra, e lembre-se:
"Às custas de milhões de famintos para fazer o melhor tipo de arma"